Alturas pré-desfolhação para o capim-braquiária 'Basilisk' em sistema silvipastoril
Oliveira, Victor Augustus Vasconcelos deSilva, Rafael Bolina daVeloso, Anielede Cássia RodriguesAlves, Matheus AlmeidaSantos, Marinalva Martins dosPassetti, Rodrigo Augusto CortezBarros, Lívia Vieira deMourthé, Mário Henrique FrançaSantos, Manoel Eduardo RozalinoBraz, Thiago Gomes dos Santos
O objetivo foi comparar a resposta de pastos de Urochloa decumbens cv. Basilisk em monocultivo e sistemas silvipastoris (SPS) e determinar a altura pré-desfolha mais adequada para o manejo desta planta em SPS. Quatro alturas pré-desfolha (20, 30, 40 e 50 cm) foram testadas para essa forrageira no SPS, além do tratamento de controle com desfolha a 20 cm ao sol pleno. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições. A taxa de acúmulo de forragem foi maior no monocultivo (36,5 kg/ha.dia de MS) do que no sistema silvipastoril (22,0 kg/ha.dia de MS) e não houve diferença entre as alturas pré-desfolhação dentro do SPS. A densidade de perfilhos dos dosséis desfolhados com 50 cm no SPS foi semelhante ao monocultivo. A massa de lâminas foliares e a porcentagem de folhas foram maximizadas em alturas de 40 cm e 50 cm, respectivamente. O sistema de cultivo e as alturas pré-desfolha no SPS não influenciaram o conteúdo de fibras e proteína. O acúmulo e a massa foliar foram maiores em monocultura, mas o sistema de cultivo não afetou a composição bromatológica da forragem. Alturas pré-desfolhação entre 40 cm e 50 cm no SPS devem ser adotadas para maximizar o perfilhamento, a massa e a porcentagem de folhas da U. decumbens 'Basilisk'. A composição química da forragem produzida não sofreu alterações significativas, nem entre sistemas, nem entre diferentes alturas de pré-desfolha.(AU)
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