VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 2045-2062

Trocas gasosas e produtividade do maracujazeiro-amarelo sob irrigação, volumes de cova e polímero hidrorretentor

Nascimento, Ana Paula Pereira doCavalcante, Lourival FerreiraSouto, Antônio Gustavo de LunaCavalcante, Ítalo Herbert LucenaMelo, Edinete Nunes deNascimento, Marlene Pereira doMesquita, Evandro Franklin de

Na região semiárida do Nordeste brasileiro, a cultura do maracujazeiro-amarelo depende da irrigação para conseguir elevada produtividade. A escassez de água é um dos fatores que mais afeta a fisiologia das culturas, acarretando em baixas produtividades. Com isso, objetivou-se com a pesquisa avaliar a influência do volume de cova e aplicação de polímero hidrorretentor sob os aspectos fisiológicos e produtivos do maracujazeiro-amarelo cv. BRS GA1 irrigado no semiárido do Nordeste. O experimento foi conduzido em blocos casualizados, em parcela subdividida 2 × (2 × 2), referente às lâminas de irrigação de 100% e 70% da exigência evapotranspirativa da cultura, aos volumes de cova de 64 dm3 e 128 dm3, no solo sem e com 1,5 g dm3 do polímero hidrorretentor, com quatro repetições e três plantas por parcela. As variáveis analisadas foram índices de clorofila a e b, as trocas gasosas e a produtividade do maracujazeiro-amarelo. A adição do polímero hidrorrententor no solo proporciona maiores teores de clorofila e trocas gasosas no maracujazeiro-amarelo. A taxa fotossintética do maracujazeiro-amarelo cv. BRS GA1 não foi limitada com a redução da lâmina de irrigação em 30% da ETc e aumentou nas plantas cultivada no volume de cova de 128 dm3 com polímero hidrorrententor. Pelos resultados de produtividade do maracujazeiro-amarelo cv. BRS GA1, indica-se reduzir a lâminas de irrigação para 70% da ETc através da aplicação de polímero hidrorrententor nas covas de 64 dm3(AU)

Texto completo