Aplicação foliar de H2O2 como atenuante do estresse salino em maracujazeiro-azedo 'BRS Rubi do Cerrado'
Ramos, Jailton GarciaLima, Geovani Soares deLima, Vera Lucia Antunes dePaiva, Francisco Jean da SilvaNunes, Kheila GomesPereira, Mariana de OliveiraFernandes, Pedro DantasSaboya, Luciano Marcelo Falle
A irrigação com águas salinas causa redução na produtividade, principalmente nas regiões semiáridas. Estratégias de cultivo vêm sendo desenvolvidas, a exemplo uso de peróxido de hidrogênio para mitigar o estresse salino sobre as plantas. Objetivou-se avaliar o efeito atenuante do peróxido de hidrogênio sobre as trocas gasosas e o crescimento do maracujazeiro-azedo 'BRS Rubi do Cerrado' cultivado sob irrigação com águas salinas. O delineamento foi inteiramente casualizados em parcelas subdivididas, sendo os níveis de salinidade da água - CEa (0,6, 1,2, 1,8, 2,4 e 3,0 dS m-1) consideradas as parcelas, e as concentrações de peróxido de hidrogênio H2O2 (0, 15, 30 e 45 µM) as subparcelas, com três repetições. Foram avaliadas as trocas gasosas (condutância estomática, transpiração, taxa de assimilação de CO2, concentração intercelular de CO2, eficiência instantânea no uso da água e eficiência instantânea de carboxilação), e a taxa de crescimento absoluto e relativo do caule. O aumento na salinidade da água de irrigação a partir da salinidade de 0,6 dS m-1 reduziu as trocas gasosas; a aplicação exógena de peróxido de hidrogênio não promoveu efeito significativos sob as trocas gasosas. A aplicação foliar de 15 µM de peróxido de hidrogênio aumentou o crescimento do maracujazeiro-azedo 'BRS Rubi do Cerrado'.(AU)
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