Degrabilidade ruminal dos fenos de aveia (Avena sativum L.) Coast cross (Cynodon dactilon L.), e grama Esmeralda (Joysia japonica) petelizado ou não.
Mizubuti, Ivone YurikaMoreira, Fernanda BarrosRibeiro, Edson Luis de AzambujaPereira, Elzânia SalesArruda, Alex Martins Varela deRocha, Marco Antonio daMoura Filho, JoséPinto, Andréa PereiraSalmazo, RafaelCasimiro, Tiago RodriguesAlves, Teresa Cristina
O objetivo deste trabalho foi avaliar a degradabilidade ruminal da matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA) do feno de aveia (FA), feno de coast cross (FCC), feno de grama Esmeralda peletizado (FEP) e feno de grama Esmeralda (FE). Foi utilizada a técnica in situ com quatro bovinos machos, castrados, fistulados no rúmen, distribuídos em um delineamento experimental em quadrado latino 4x4. O material foi incubado no rúmen nos tempos de 0, 6, 24, 48, 72 e 144 horas. Não houve diferença entre os fenos na taxa de degradação (c, h) para a PB, FDN e FDA. Para a MS, o FA e FEP apresentaram maior taxa de degradação. Houve diferença na degradabilidade efetiva (DE) da MS dos fenos sendo os valores observados: FA, 48, 74; FEP, 42, 44; FE, 35, 13; FCC, 30, 24. Conclui-se que o feno de aveia obteve maiores valores para a fração solúvel e maior degradabilidade efetiva para todos os nutrientes avaliados e a peletização da grama Esmeralda promoveu maior DE e MS e da fibra, sem alterar a DE da PB.
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