Manejo de mancha de alternária em canola em função de espaçamentos desemeadura e uso de fungicidas
Tonin, Rodrigo JoséMezomo, Márcio PauloBrandler, DaianiCeluppi, GabrielFavaretto, Lucas AndreiGallina, AlessandraBragagnolo, JardesMilanesi, Paola Mendes
A mancha de alternária é uma das principais doenças da canola,reportada nas regiões produtoras da oleaginosa. Objetivou-se investigar se o espaçamento de semeadura em canola combinado com a aplicação de fungicidas produz efeito sobre os danos causados pela mancha de Alternária e como estes se refletem sobre o rendimento da cultura. O híbrido estudado foi o 'Nuola 300' e o delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, com quatro repetições. Nas parcelas principais foram dispostos os espaçamentos entre linhas (17 cm e 50 cm) e, nas subparcelas as aplicações de fungicidas (T1 -testemunha sem fungicida; T2 -azoxistrobina + tebuconazol, no estádio B4;T3 -azoxistrobina + tebuconazol, em B4 epiraclostrobina + fluxapiroxade, em B4 + 15 dias; T4 -piraclostrobina + fluxapiroxade, no estádio B4 + 15 dias). Nas condições de condução desse experimento,na região de Erechim RS, houve controle da mancha dealternária em folhas e síliquas de canola com a aplicação dos fungicidas azoxistrobina + tebuconazol e piraclostrobina + fluxapiroxade, sendo que o melhor controle em síliquas foi obtido no espaçamento de 17 cm entre linhas. O tratamento com piraclostrobina + fluxapiroxadeno espaçamento de 50 cm entre linhas apresentou maior número de síliquas por plantas, bem como maior produtividade.(AU)
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