Estratégias de manejo que interferem na mortalidade de transporte e no índice de condenação na indústria avícola de corte
Candido, Matheus Joaquim dos SantosFreitas, Surama AzevedoFerreira, Marcus de FreitasCoimbra, Filipe AugustoTeixeira, Alan Paulo MoreiraCipriano, Raoni CezanaMoulim, Maria Augusta Chieppe
Objetivou-se avaliar o impacto da época do ano, do sistema de criação e do manejo pré-abate sobre a taxa de condenação total de carcaça e mortalidade de transporte das aves. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados distribuídos em um arranjo do tipo fatorial triplo 2x2x2 com oito tratamentos, sendo avaliadas duas épocas do ano (verão e outono), dois sistemas de criação (galpões convencionais e semiclimatizados) e dois manejos pré-abate antes do transporte (com e sem aspersão de água). Cada tratamento foi constituído de seis repetições e a unidade experimental de cada tratamento foi representada por caminhão contendo 570 caixas de transporte, cada qual apresentando lotação de sete animais, totalizando 3.990 aves. O sistema convencional e a ausência de aspersão de água antes do transporte tornaram os frangos mais suscetíveis à condenação total de carcaças e à mortalidade das aves durante o deslocamento. A aspersão de água sobre as caixas, antes do transporte, contribuiu para redução da condenação total de carcaças e da mortalidade no transporte durante o verão. Em contrapartida, o uso da aspersão torna-se dispensável sob temperatura ambiente entre 14 e 20 °C, registradas no outono, pois não influenciou na qualidade das carcaças, tampouco na mortalidade das aves.
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