Morfometria e produção de milho inoculado com Azospirillum brasilense
Brito, Tauane SantosGuimarães, Vandeir FranciscoChaves, Elisiane Inês Dall'OglioPan, RenanLerner, Alexandre WegnerRoske, Victor MatheusCecatto Junior, Roberto
O objetivo do estudo foi analisar a influência de métodos de inoculação com Azospirillum brasilense em parâmetros morfométricos e nutricionais da cultura do milho. Foram cultivadas plantas de milho híbrido Formula VT® sob diferentes formas de inoculação: ausência de inoculação; inoculação via semente; inoculação via foliar; inoculação via semente associada a foliar. Nos estádios fenológicos V8 e VT foram mensurados número de folhas, altura de parte aérea, volume de raiz, diâmetro de colmo, massa seca de folha, colmo e bainha, raiz e total, além dos teores de nitrogênio, fósforo e potássio foliar. No estádio R6, junto as análises anteriores, analisou-se diâmetro e comprimento de espiga, número de fileiras, número de grãos por fileira, massa de estrutura reprodutiva e de mil grãos e número total de grãos, e os teores de nitrogênio, fósforo e potássio dos grãos. Quinzenalmente, foi mensurado o índice SPAD dos terços apical, mediano e basal foliar. Os métodos de inoculação pouco influenciaram em parâmetros morfométricos e nutricionais do desenvolvimento do milho, não influenciando na produção. A inoculação via semente e via foliar associado a semente influenciou positivamente nas plantas quanto ao diâmetro de colmo, massa seca foliar, volume de raiz, e aos teores de nitrogênio, fósforo e potássio.
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