Formação de mudas de amoreira (Morus spp) em diferentes tamanhos de estacas e de adubação
Soares, Anelisa de Aquino Vidas LacerdaFurlaneto, Fernanda de Paiva BadizFunai, Cláudio HajimeGazola, Eduardo
Objetivou-se estudar técnicas de formação de mudas de amoreira com diferentes tamanhos de estacas e formas de adubação com NPK visando baixo custo de produção e fácil aplicação no campo. O experimento foi realizado em viveiro do tipo telado, com sombreamento de 34%. Os tratamentos, distribuídos em um delineamento experimental de blocos ao acaso (DBC) foram comparados, em esquema fatorial do tipo 2x4x3 com 5 repetições e 12 plantas por parcela, a saber: dois comprimentos de estacas, 10 e 20 cm, distribuídas em tubetes plásticos de 70 e 120 mL, quatro cultivares de amoreira (IZ40, IZ10/1, Korin e IZ3/2) e dois tipos de adubação: adição de 84g de Osmocote® para cada quilo de substrato; fertirrigação com solução aquosa contendo 84g de NPK na formulação 14-14-14 para cada quilo de substrato e acrescido de um tratamento testemunha (sem adubação). Utilizou-se o substrato comercial Basaplant citrus®. Aos 90 e 140 dias após o plantio foram realizadas as avaliações da porcentagem de pegamento das estacas. Aos 140 dias, também, foram feitas avaliações do comprimento da parte aérea (cm), número de brotações, número de folhas, comprimento da raiz (cm), massas verde e seca da parte aérea e da raiz. Os dados obtidos foram avaliados por meio do programa Sanest e Teste de Tukey (P<0,05). Concluiu-se que para a melhor formação das mudas de amoreira são recomendadas estacas de 20 cm de comprimento em tubetes de 120 mL com a aplicação do adubo NPK através da fertirrigação. As cultivares apresentaram diferentes potenciais de enraizamento e desenvolvimento da parte aérea sendo os melhores resultados encontrados para a Korin e IZ 10/1.
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