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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 14-22

Composição mineral da planta de pinhão-manso em resposta à adubação fosfatada e compactação do solo

Rodrigues, Tiago MendesPacheco, Dilermando DouradoSilva, Tatiane CarlaCastro, Jair Henrique deCruz, Gildarley Costa daLopes, Maurício FerreiraMontanari, Rafael

O presente trabalho objetivou quantificar o crescimento de plantas jovens de pinhão-manso submetidas a variações de doses de fósforo (P) e de massas específicas de um solo Latossolo Vermelho Amarelo. Previamente, foi coletada uma amostra de solo na camada de 20 a 40 cm, certificando-se em laboratório, a baixa disponibilidade de P –1,4 mg dm-³ –a fim de se aplicar os tratamentos de interesse. Foram aplicadas doses de 0, 106 e 318 mg dm-³ de P, utilizando a fonte superfosfato simples; e os solos foram compactados até atingirem massas específicas de solo iguais a 1,53; 1,72 e 1,91 kg dm-³, em esquema fatorial completo, totalizando nove tratamentos. O cultivo foi em vasos e foram determinadas a biomassa seca da parte aérea do pinhão-manso e das suas partes fracionadas em caule, folhas aderidas ao caule e folhas senescentes. Foram determinados os teores de P, K, Ca, Mg, Cu, Fe, Mn e Zn, e a partir dos dados de acúmulo de massa seca se quantificou os conteúdos desses minerais nas plantas. A análise estatística dos dados consistiu em análise de variância, teste de média Tukey e análise de regressão. De modo geral, as características decomposição mineral das plantas apresentaram resposta mais pronunciada à adubação fosfatada comparada à compressão física testada. Os máximos conteúdos de minerais estimados nas plantas de pinhão-manso foram de 51,78 mg de P; 463,37 mg de K; 201,84 mg de Ca; 124,18 mg de Mg; 76,17 μg de Cu; 4.254,07 μg de Fe; 18.787,15 μg de Mn e 769,97 μg de Zn.

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