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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

Eficiência de um protocolo curto de indução artificial da lactação em novilhas

Isola, José Victor VieiraPestano, Henrique SchneiderVargas Junior, Sergio FariasOliveira, Fernando Caetano deMoraes, Fabiane Pereira deBrito, Camila Ribeiro Carvalho deGuidoni, Lucas Lourenço CastiglioniFerreira, RogérioVieira, Arnaldo DinizRovani, Monique TomazeleMondadori, Rafael GianellaGasperin, Bernardo Garziera

Protocolos que induzem à lactação artificial em vacas e novilhas são eficazes e estão comercialmente disponíveis no Brasil. No entanto, esses protocolos demandam longos tratamentos hormonais, o que é discutível visto que poucas pesquisas foram feitas sobre o assunto. Para entender melhor os protocolos de indução artificial à lactação (IAL), realizamos dois experimentos. Foi testada a hipótese de que um protocolo curto (oito dias) de IAL é tão eficiente quanto o protocolo padrão de 15 dias. No experimento 1 objetivou-se caracterizar o perfil esteroidal durante um protocolo de IAL e avaliou-se os perfis séricos de estradiol (E2) e progesterona (P4) de vacas Jersey (n=6) submetidas a um protocolo convencional. No experimento 2 foram comparadas a produção de leite e as concentrações séricas de E2 de novilhas holandesas induzidas à lactação pelo protocolo padrão de IAL (15 injeções de E2 e 8 injeções de P4) e por um protocolo curto, no qual o número de injeções de E2 e, consequentemente, a dosagem geral de E2 foram reduzidas (oito injeções de E2 e oito injeções de P4). A hipótese foi confirmada, demonstrado que um protocolo mais curto induziu a lactação em novilhas holandesas sem prejudicar a produção de leite.

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