Eficiência do nitrogênio em pastagens de capim-marandu adubadas com doses crescentes de nitrogênio
Quadros, Fernando Luiz Ferreira deOngaratto, FernandoMalheiros, Euclides BragaLima, Laís de OliveiraDallantonia, Erick EscobarRomanzini, Eliéder PratesVelludo, Igor de MartinCardoso, Abmael da SilvaVal, Guilherme Alves doRigobello, Izabela LarosaFernandes, Márcia Helena Machado da RochaReis, Ricardo Andrade
O uso de nitrogênio (N) em ecossistemas pastoris leva ao aumento da produtividade, pois permite que a planta alongue suas folhas e, portanto, os herbívoros colham as folhas verdes. Porém, existem fontes de nitrogênio muito voláteis, que devem ser substituídas por nitrato de amônio, que é menos volátil e menos dependente da aplicação em dias chuvosos. Os tratamentos foram compostos por pastagens de capim-marandu, manejadas sob lotação contínua, na altura do dossel a 25 cm, com diferentes doses de N: 0, 75 e 150 kg ha-1 ano-1, na forma de nitrato de amônio (32% de N), com quatro repetições (piquetes), em delineamento inteiramente casualizado. A absorção de nitrogênio (54,9; 96,5; 113,8 kg N ha-1) e o índice nutricional de N (0,67; 0,98; 1,15) foram diferentes entre as doses de N, respectivamente, 0, 75 e 150 kg ha-1 ano-1. A recuperação de N (58,3; 40,9%) diferiu entre 75 e 150 kg ha-1 ano-1, respectivamente. A dose de 75 kg N kg ha-1 ano-1 resultou em melhor aproveitamento do N, enquanto a dose de 150 kg N ha-1 ano-1 possibilita maior taxa de lotação; portanto, exigindo menos área de pastagem.
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