Administração de prostaglandina F2 alfa no momento da inseminação artificial não afeta a produção de embriões bovinos
Frata, Monique MazzarolloLima, Wagner Marques deLima, Danylo Cintra MedeirosSilveira, Dênis Halinski daLucia Júnior, Thomaz LuciaFerreira, RogérioGonçalves, Paulo Bayard DiasGasperin, Bernardo Garziera
A prostaglandina F2α (PGF) pode induzir a ovulação e melhorar tanto a concepção em vacas, como a produção de embriões em búfalas, mas o efeito em vacas superovuladas é desconhecido. Esse estudo teve como objetivo verificar se a administração de uma dose de PGF na inseminação artificial (IA) após a superovulação (SOV) melhora as taxas de fecundação e produção embrionária em vacas. Em cada replicação, vacas doadoras de embriões foram equilibradamente alocadas em dois grupos: controle, não tratado, ou PGF, que recebeu 482 µg de cloprostenol no momento da primeira IA. Cada doadora (n = 35) foi submetida a duas SOV em um delineamento crossover (total = 70 coletas de embriões). Nos grupos controle e PGF, respectivamente, foram observados [medianas (IC 95%)]: 12 (10-18) e 15 (12-18) estruturas totais; 9 (7-11) e 7 (6-10) embriões viáveis; 1 (0-1) e 1 (1-3) embriões degenerados; e 1 (0-3) e 2 (0-5) ovócitos (P > 0,05). Conclui-se que uma única administração de PGF no momento da primeira IA não afeta a produção embrionária de vacas superovuladas.
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