Perfil químico do colostro, qualidade do leite refrigerado e congelado de ovelhas santa inês
Silva, João Antônio Gonçalves eSilveira, Mariana da MataLeão, Paulo Victor ToledoCunha, João Vitor Teixeira daDias, Mariana Borges de CastroLima, Maria Siqueira deCarmo, Ruthele Moraes doLeão, Karen MartinsBento, Elis AparecidoNicolau, Edmar SoaresSilva, Marco Antônio Pereira da
Avaliou-se a composição química do colostro de ovinos Santa Inês, leite refrigerado (zero a 240 horas) e leite congelado por até 70 dias. Os resultados de composição química (gordura, proteína, caseína, lactose, extrato seco total e desengordurado) e contagem de células somáticas do colostro (CCS) foram apresentados de forma descritiva. Os resultados da composição química, CCS e da contagem bacteriana total (CBT) do leite refrigerado e congelado foram avaliados em delineamento inteiramente casualizado. As repetições foram os dias de coleta do leite e os tratamentos os tempos em que o leite foi refrigerado e congelado. A comparação das médias de qualidade do leite resfriado e congelado foi realizada pelo teste de Tukey, com probabilidade de 5,0 %. O colostro de ovinos Santa Inês apresentou alto teor de proteína e gordura, demonstrando ser uma grande fonte de nutrientes para a nutrição de cordeiros. O leite de ovelha Santa Inês pode ser armazenado sob refrigeração por até 240 horas sem alterações da composição química. O leite congelado de ovelhas Santa Inês pode ser armazenado por até 70 dias, contudo ocorre alteração da composição química, principalmente nos teores de gordura. A refrigeração e o congelamento são alternativas que agregam valor ao leite de ovelhas Santa Inês, porém, mais estudos com estes métodos de preservação, são necessários para maior garantia de qualidade.
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