Imunidade passiva em potros provenientes de éguas vacinadas contra Theileira equi e Streptococcus equi subspécie equi
Santos, Alice CorrêaNogueira, Carlos Eduardo WayneNizoli, Leandro QuintanaMüller, VitóriaSouza, Rafaela Pinto dePatten, RuthLeite, Fábio Pereira Leivas
Os objetivos deste estudo foram: 1) determinar IgG total específica e seus subisotipos no soro e colostro de éguas vacinadas contra Theileria equi e Streptococcus equi subspécie equi; 2) determinar IgG total específica e seus subisotipos em potros provenientes dessas éguas. Em éguas vacinadas contra T. equi, o maior nível sérico de IgG total específico ocorreu aos 335 dias de gestação, decaindo 30 dias pós parto, enquanto nas vacinadas contra S. equi, ocorreu aos 328 dias de gestação e manteve-se pelo mesmo período. A avaliação de IgG total específica no colostro de éguas vacinadas demonstrou níveis de IgG proporcionais aos títulos do soro materno. Os isotipos de IgG mais detectados foram IgG3/5 e IgG4/7 para ambos antígenos avaliados. Potros provenientes de éguas vacinadas com antígeno de T. equi mantiveram os níveis de IgG específica até dois meses de idade, enquanto potros provenientes de éguas vacinadas com antígeno de S. equi mantiveram por três a quatro meses, sugerindo que esse seja o período ideal para início do esquema vacinal em potros.
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