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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 81-86

Vascularização arterial das glândulas tireóides em aves (Gallus gallus domesticus) da linhagem Hubbard

Pereira, Cheston César HonoratoMachado, Márcia Rita FernandesHonorato, Angelita Das Graças de OliveiraSilva, Frederico Ozanam Carneiro eOliveira, Fabiana Silva

Estudou-se o comportamento das artérias destinadas às glândulas tireóides, abordando seu número, origem e ordenação em 30 aves, Gallus gallus domesticus, da linhagem hubbard mediante injeção através da artéria isquiática direita de solução de Neoprene látex 450 corado, fixação em solução aquosa de formol a 10% através de injeção intra-muscular, intracavitária e subcutânea e posterior dissecação. As glândulas tireóides recebem colaterais das artérias: carótida comum, esofágica ascendente, comum do nervo vago, ingluvial e tronco vertebral ipsilateralmente, sendo que a glândula esquerda recebe também colaterais provenientes da artéria vertebral. O número de vasos varia de 1 a 5 nos dois antímeros. A glândula direita recebeu 1 vaso em 1 caso (3,33%) denominada artéria tireóidea, 2 vasos em 6 casos (20%) denominadas artérias tireóidea cranial e caudal, 3 vasos em 11 casos (36,66%) denominadas artérias tireóidea cranial, média e caudal, 4 vasos em 9 casos (30%) denominadas artérias cranial, média cranial, média caudal e caudal e 5 vasos em 3 casos (9,99%) denominadas artérias cranial, média cranial, média, média caudal e caudal. Para a glândula esquerda encontramos 1 vaso em 1 casos (3,33%), 2 vasos em 8 casos (26,66%), 3 vasos em 10 casos (33,33%), 4 vasos em 7 casos (23,33%) e 5 vasos em 4 casos (13,33%).

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