Emulsificante e complexo enzimático em dieta para frangos de corte de linhagem caipira na Amazônia ocidental
Nascimento, Antonia Mariana doGomes, Fábio AugustoFreitas, Henrique Jorge deRodrigues, Suelen Ferreira da CostaPires, Gilcineide AraújoGuato, Cesar AndresSouza, Edcarlos Miranda de
Resumo Objetivou-se avaliar os efeitos da adição de níveis de emulsificante à base de lecitina de soja e complexo enzimático (Xilanase, ß-Glucanase, Galactosidase, Protease, Amilase, ß-Mananase) na ração basal durante a criação de frangos de corte de linhagem caipira. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 5 tratamentos e 6 repetições. Os tratamentos foram: T1: ração controle, sem complexo enzimático e emulsificante; T2: 0,2 kg t-1 de complexo enzimático; T3: 0,5 kg t-1 de emulsificante; T4: 0,2 kg t-1 de complexo enzimático + 0,5 kg t-1 de emulsificante; T5: 0,3 kg t-1 de complexo enzimático + 1 kg t-1 de emulsificante. A cada 14 dias foram coletados os dados do desempenho zootécnico e após 70 dias as aves foram eutanasiadas para obtenção do rendimento de carcaça, peito, coxa, sobrecoxa e coleta do intestino para análise de pH e morfometria. Nos períodos de 1 a 56 e 1 a 70 dias houve diferença (P<0,05) nos parâmetros de desempenho zootécnico, o consumo de ração foi menor no T4 e T5, e o ganho de peso foi melhor no T1, T2, T3 e T4. A conversão foi melhor em T1, T2 e T4. Não houve diferença (P>0,05) na viabilidade das aves, no rendimento de carcaça, cortes de vísceras e no pH de duodeno e cecos. Houve diferença na morfometria intestinal (P<0,05), sendo o T5 o que obteve melhor relação vilo/cripta. O nível 0,3 kg t-1 complexo enzimático com 1 kg t-1 emulsificante indicou melhor efeito na relação vilosidade e criptas. O nível com 0,2 kg t-1 do complexo enzimático com 0,5 kg t-1 do emulsificante adicionado a dieta comercial trouxe benefícios como diminuição do consumo de ração, sem afetar o ganho de peso, tendo assim uma boa conversão alimentar.
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