VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 169-174

Degrabilidade ruminal da matéria seca e proteína bruta de subprodutos da agroindústria, da pesca e de abatedouros em caprinos

Souza, José Ricardo Soares Telles deamaräo, Ari Pinheiroêgo, Luis Carlos

Caprinos foram utilizados num delineamento change-over 2 (5 x 5) para estudar a degradabilidade da matéria seca e proteína bruta dos subprodutos: farelo de soja1 (FS1), soja integral tostada (SIT), farelo de algodao (FA), farinha de carne e ossos 1 (FCO1), farinha de carne e ossos 2 (FCO 2), farelo de soja 2 (FS2), farinha de peixe (FP), torta de babaçu (TB), farinha de sangue (FSA) e farinha de vísceras de frango (FVF), pela técnica dos sacos de náilon in situ. O capim napier foi o único volumoso. A degradabilidade efetiva da PB foi de 68,47 por cento para o FS1; 65,60 por cento para o FS2; 60,71 por cento para o FA; 65,69 por cento para a SIT; 61,59 por cento para a FCO1; e 62,58 por cento para a FCO2, enquanto a degradabilidade efetiva da MS foi 75,48 por cento para o FS1; 73,05 por cento para o FS2; 52,39 por cento para o FA; 70,38 por cento para a SIT; 44,45 por cento para a FCO1; 47,01 por cento para a FCO2; 48,43 por cento para a FP; 38 por cento para a TB; e 53,82 por cento para FVF, com r de 0,05/h

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