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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

Caracterização biológica e química em relação à produtividade de rabanete (Raphanus sativus L) nutrido com húmus de resíduos vegetais

Cruz Nieto, D. DMuguruza Crispin, N. ECaira Mamani, C. MCastro Bartolomé, H. JInga Sotelo, M. AAlberto, M. N. MValderrama Romero, A. SVargas Godoy, V. CMore López, J. MChanducas Tantaleán, H. EMenacho Javier, N. ELara Castillo, M. AFlores Casanova, WBenavente Ramírez, E. RApolín Montes, L. ADiestra Salinas, F

O aumento dos preços dos fertilizantes, energia e outros materiais necessários à indústria desencadeou uma crise econômica global. Motivo que foi investigado sobre as características biológicas e químicas em relação ao rendimento de rabanete nutrido com húmus de resíduo vegetal. O objetivo foi determinar a dose adequada de húmus para obtenção de maior rendimento e sua relação com as características químicas e biológicas do rabanete. Baseia-se em metodologia aplicada com abordagem experimental. Para tanto, utilizou-se o modelo de Delineamento em Blocos Completamente Aleatórios, que consistiu de 3 blocos e 5 tratamentos, que foram T1 com 0, T2 com 4, T3 com 6, T4 com 8 e T5 com 10 t/ha de húmus, e aplicaram 15 dias após a semeadura. As características físicas do rabanete foram avaliadas e processadas por meio de análise de variância e Duncan. Também foram analisadas a concentração de elementos nas folhas e a densidade estomática. Foi determinado que o T5 se destacou no comprimento total da planta com 28,95 cm, peso da planta com 76,87 g, diâmetro equatorial com 4.404 cm e produtividade comercial com 20.296 t/ha. Consumo de nitrogênio em relação à produtividade com 247,44 kg/ha. Densidade estomática 459 estômatos/mm2 e rentabilidade com 150% e concentração de nutrientes nas folhas destacadas T4 com N, K, Ca, Mg, Mo e Zn. Conclui que o T5 se destacou com 20.296 t/ha, que diferiu em 26,04% em relação ao controle (T1) com 15.011 t/ha. Portanto, esta dose adicionou nutrientes ao solo que melhoraram a disponibilidade para absorção pelas plantas e isso influenciou na concentração de nutrientes nas folhas como N, P e Fe e na densidade estomática com 459 estômatos/mm2, que teve resposta em bom desenvolvimento, fortalecendo contra o estresse ambiental e, portanto, maior desempenho.

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