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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

Análise das características químicas e biológicas e sua relação com o rendimento do rabanete (Raphanus sativus L) nutrido com composto à base de resíduos vegetais

Cruz Nieto, D. DNatividad Huasupoma, D. ERomero Menacho, J. UAponte Guevara, C. LNunja García, J. VSaucedo López, M. CCastañeda Chirre, E. TCaira Mamani, C. MCastro Bartolomé, H. JMorales Alberto, M. NVargas Godoy, V. CMore López, J. MLacherre Rodriguez, G. P

O aumento dos preços dos fertilizantes foi de 20% após a pandemia, o que aumentou o custo da produção agrícola no Peru. Por esse motivo, foi realizada uma pesquisa com o objetivo de analisar as características químicas e biológicas e sua relação com o rendimento do rabanete nutrido com composto à base de resíduos vegetais. Baseia-se na metodologia aplicada com abordagem experimental; portanto, foi empregado o modelo estatístico do Delineamento em Blocos Completamente Casualizados, que consistiu em 3 blocos e 5 tratamentos que foram T1 com 0, T2 com 4, T3 com 6, T4 com 8 e T5 com 10 t/ha de composto à base de resíduos vegetais, e as doses foram aplicadas 14 dias após a semeadura. Foram avaliadas as características físicas (comprimento total da planta, peso da planta, diâmetro equatorial do bulbo e produtividade comercial), concentrações de nutrientes (nitrogênio, potássio, fósforo, cálcio, magnésio, enxofre, molibdênio, ferro, manganês, cobre, zinco, boro, cloretos e sódio) nas folhas e densidade de estômatos. Os resultados determinaram que o T5 se destacou em comprimento total da planta com 28,07 cm, peso da planta com 75 g, diâmetro equatorial do bulbo com 4,52 cm e produtividade comercial com 22,53 t/ha. Na contribuição total de nitrogênio em relação à produtividade com 300,44 kg/ha. Rentabilidade com 186,8%. Quantificação de estômatos por tratamento com 598 estômatos/mm2 e concentração de nutrientes nas folhas no T3 com nitrogênio, potássio, fósforo e magnésio. Conclui que o T5, que possui concentração adequada de nutrientes nas folhas como magnésio, manganês, zinco e densidade de estômatos de 598 estômatos/mm2, influenciou reações bioquímicas ótimas que resultaram na maior produtividade com 22,53 t/ha, diferindo em 31,38% em relação ao T1.

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