Topografia do cone medular da jaguatirica (Leopardus pardalis)
Santa Brígida, Susy Silva deBranco, ÉrikaPinheiro, Luane LopesMartins, Danielli MartinelliAraújo, Elenara BotelhoMelul, RaysaLacreta Junior, Antônio Carlos CunhaMeneses, André Marcelo ConceiçãoSouza, Ana Carla Barros dePereira, Luiza CorrêaFioretto, Emerson TiconaLima, Ana Rita
Na Medicina Veterinária, a anestesia epidural é uma das técnicas anestésicas regionais mais utilizadas e com boa margem de segurança. No entanto, é necessário ter conhecimento dos procedimentos anestésicos bem como da anatomia da região a ser manipulada. Assim, este trabalho tem o propósito de disponibilizar dados anatômicos que sirvam de base para a prática das anestesias epidurais em Leopardus pardalis, em especial aqueles relativos à topografia do cone medular. Foi utilizado um exemplar adulto, macho, de jaguatirica, proveniente de Área de Mina Bauxita Paragominas - Vale S.A., a qual foi fixada em solução aquosa de formaldeído a 10% e armazenado na mesma solução. Após o afastamento da pele e remoção da musculatura epiaxial, procedeu-se a remoção dos arcos vertebrais, em toda a extensão da coluna vertebral. A base do cone medular foi registrada na altura da vértebra L4 e seu ápice em S3 e um comprimento total de 8,5cm, o que demonstra um longo cone medular, acompanhado pela cauda equina. Ressalte-se que a espécie supramencionada apresenta cinco vértebras lombares e três sacrais. Portanto, sugerimos a região sacrococcígea como o local mais adequado para a realização de anestesia epidural nesta espécie.
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