Digestibilidade do farelo de algodão com ou sem adição das enzimas protease e fitase na alimentação de suínos
Lorena-Rezende, Izaura Maria Barros deDutra Junior, Wilson MoreiraRezende, Fábio Monteiro dePalhares, Liliane OlímpioLudke, Maria do Carmo Mohaupt MarquesRabello, Carlos Bôa-Viagem
O objetivo do estudo foi avaliar a digestibilidade do farelo de algodão com ou sem adição de enzimas (fitase e protease) para suínos em crescimento. Foram utilizados 18 leitões machos castrados, alojados em gaiolas de metabolismo, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com padronização do peso vivo (PV) com média de 25,8 ± 3,6 kg, com três tratamentos e seis repetições. Os tratamentos consistiram em uma dieta referência à base de milho e farelo de soja, o segundo tratamento com substituição de 30% da dieta referência por farelo de algodão sem enzimas, e o terceiro com substituição de 30% da dieta referência por farelo de algodão com adição de enzimas. Foi determinada a proteína digestível, energia digestível, coeficiente de digestibilidade da matéria seca, da energia e da proteína. Também foi observado o balanço de nitrogênio e fósforo. O uso do farelo de algodão com adição de enzimas em dietas para suínos em crescimento, não afetou os coeficientes de digestibilidade da matéria seca, energia bruta e proteína bruta; porém contribuíram com a redução do fósforo excretado nas fezes e melhorou sua absorção. Não foi observado melhora do balanço de nitrogênio nas dietas contendo farelo de algodão com enzimas.
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